14 de março de 2010

Oscars: o inesquecível e o esquecido


Dois detalhes marcaram a cerimónia dos Oscares da semana passada. Por um lado há uma imagem sobre mau perder que ninguém esquecerá. O realizador dos dois filmes mais lucrativos de sempre estrangula a ex-mulher, realizadora do oscarizado como melhor filme menos lucrativo de sempre (custou 10 milhões e rendeu 11).



Tal como cortaram o magnífico discurso a Markéta Inglova na cerimónia de 2008, este ano foi o realizador de "The Cove" a perder o pio. Sò que a ele não deram segunda oportunidade e por isso teve de o gravar em casa.


"We made this film to give the oceans a voice.

We told the story of The Cove because we witnessed a crime. Not just a crime against nature, but a crime against humanity.

We made this movie because through plundering, pollution and acidification from burning fossil fuels, ALL ocean life is in peril from the great whales to plankton which incidentally is responsible for half the oxygen in this theater.

Thank you, Black OPS Team for risking your lives in Japan -- and thank You Academy for shining the brightest lights in the world on THE COVE......

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