23 de outubro de 2011

Gala de encerramento de Ourense 2011


Por muito que as massas apreciem todo e cada dia de um festival, os eventos conseguem os seus apoios pelo espectáculo que fazem nas galas. Seja na abertura ou no encerramento, é daí que vem o dinheiro pelo que convém impressionar. Ourense costuma ser ousado e esta edição primou pela leveza e profissionalismo.

Entre prémios um piano tocava ao vivo bandas sonoras inesquecíveis como "The Godfather", "Amelie" e "Chariots of Fire". Quando algum dos vencedores não estava presente, vinha um divertido carteiro receber o prémio e em seguida um vídeo mostrava o galardoado a receber a mensagem. O magnífico trabalho da organização e a boa disposição dos vencedores ausentes fez com que esta festa se esticasse da Sibéria aos Estados Unidos.

Outro dos pontos altos era quando passava o genérico da secção. O tema do festival foi usado em todos esses vídeos e estar nos bastidores foi uma experiência incomparável. Porque a equipa tão depressa estava em comunicação por auriculares fazendo o óbvio "trabalho de bastidores" como ao ouvir estes acordes se deixava contaminar pela febre da dança.



No meio de tudo tive sorte. Precisaram de mim para entregar um prémio e calou-me o único dos premiados que conhecia. Marcos Nine continua a bater recordes de prémios conquistados e não só pude assistir pela primeira vez como tive a honra de o entregar.

Para encerrar Maria do Ceo interpretou uma canção do filme de encerramento, realizado por Laura Gárdos, neta do cineasta que dá nome aos prémios de melhor realizador do festival, Carlos Velo.

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