16 de maio de 2012

Novamente a arte de escolher um filme

Quando 40 salas têm filmes em exibição, o acto de escolher o filme tem de ser rápido e tem de sair bem. A primeira coisa é filtrar o que tem de ser bom. Por vezes é o título que salta à vista, como no caso de "REC3: Genesis", "Red Lights" ou "Sadako 3D". Por vezes é o realizador como Brillante Mendonza, Fatih Akin ou Xavier Villaverde. Outras vezes é apenas a produtora. Se não for um nome conhecido em alum dos 3 campos referidos não vai para as prioridades. Normalmente iso dá uns 2 ou 3 filmes por dia o que é claramente abaixo do que se pretende. Aí chega outro factor mais fácil: o elenco. Tal como já me desiludi em filmes que prometiam uma estrela e tinham apenas um cameo dela, ou filmes que as outrora grandes estrelas em cartaz têm vergonha de referir no currículo, também descobri grandes filmes que fui ver apenas por terem um nome conhecido. Se sobrar tempo vem a parte mais arriscada - e saborosa - do mercado, que é descobrir novos valores com base numa sinopse apelativa. É aqui que se ganha mais uns 10 filmes por dia e dependendo da hora das sessões e da localização das salas se verá ou não.

Do plano com oito filmes para o primeiro dia, vi apenas dois e espreitei muitos maus (que tal ao fim de 17 minutos de um filme oriental sem legendas, começarem a dar outro do início sem desligarem o som do primeiro?). Mas aqueles nomes referidos acima estão na lista para esta semana pelo que só pode melhorar.

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