12 de novembro de 2011

Não há Oscar sem o Billy


Quando não há alternativas para apresentar os Oscares voltam sempre a chamar aquele que nunca deveria ter abandonado o cargo. Foi em 1990 que começou uma série de quatro anos com o mesmo apresentador. Isso já tinha acontecido antes, com Bob Hope nos anos 60 e com Johnny Carson entre os 60 e os 70. Pois nos últimos vinte e um anos houve um homem que fez com que a cerimónia fosse suportável e com que os espectadores não reparassem se os prémios eram justos ou uma fantochada. Por oito vezes subiu para aquele palco e com um sorriso levou a verdadeira magia de Hollywood para os televisores, lares e corações de toda a gente.
Bob Hope além de ter cinco estatuetas honorárias, apresentou a cerimónia inúmeras vezes entre 1940 e 1978. Ele diziz "Welcome to the Academy Awards, or, as it's known, at my house". Essa expressão assenta uma maravilha com Billy Crystal. O único capaz de salvar a Academia da humilhação das últimas edições e do fracasso no planeamento desta. Dêem-lhe um dia para planear e ensaiar que ele dará ao mundo um espectáculo inesquecível.

Da última vez que ele voltou para salvar a cerimónia tinha estado fora três anos e foi brilhante.

Desta vez a ausência foi de sete anos e a categoria de melhor filme aumentou para até dez filmes. Mais material sobra para a criatividade do génio.

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